Um Corpo Estranho editam novo single e vídeo: “Onde Quero Arder”

UM CORPO ESTRANHO apresentam novo single ONDE QUERO ARDER

Single antecipa lançamento de um novo trabalho de originais agendado para Setembro, que será fruto entre as editoras Malafamado e Lusitanian.

O novo single Onde Quero Arder surge no seguimento do álbum de estreia dos Um Corpo Estranho, De Não Ter Tempo, lançado em 2014 e reconhecido como uma das apostas do ano.
Onde Quero Arder é uma canção que, no fundo, pretende falar de amor mas que se perde no limbo que sobra entre as emoções e a razão, entre a pureza e a luxúria. O bem e o mal, decalcados nas suas alegorias mais clássicas, que no fundo encontram diálogo na fronteira que o corpo habita, o corpo que escolhe arder. Este lançamento é acompanhado por um novo vídeoclip produzido por GARAGEM e TOM AND JELLY, realizado por António Aleixo, com fotografia de Mário Guilherme e produção de Pedro Estevão Semedo.
Uma equipa que já assinou trabalhos para inúmeros artistas de destaque como Aldina Duarte, Aurea, Blasted Mechanism, João Gil ou Ash is a Robot.

Sobre os Um Corpo Estranho:

Os Um Corpo Estranho são João Mota e Pedro Franco.
Em conjunto, escreveram bandas sonoras para curtas metragens ou peças de dança/teatro como “A Almofada da Paula” sobre a obra da Paula Rego.
Após dois EPs, editaram o seu disco de estreia, De Não Ter Tempo, em 2014 que conta com a participação da Celina da Piedade e inclui uma versão de um tema de Madredeus caucionada por Pedro Ayres Magalhães.
Foram Novo Talento Fnac 2013 e finalistas do prémio José Afonso 2015.


Guillermo de Llera announces three new music projects!

Proving once again that he is Lusitanian’s most prolific writer / composer, Primitive Reason founder Guillermo de Llera Blanes introduces us to three brand new world music / experimental projects:

WE CUT HAND

“We Cut Hand” is a World Music Fusion project based mainly on the interaction of the Australian Aboriginal Didjeridu and the Middle-Eastern Saz. These two instruments drive the bulk of the compositions forwards, usually accompanied by Indian, African and Middle-Eastern Percussion. Check out “Mosquito Biting Me”:


THE RAHYDA PROJECTS

“The Rahyda Project” begins with tweaking sounds recorded on smartphones and other portable gadgets. Firstly by working on the initial sounds and beats using apps alone, and then importing them into his digital audio workstation for some final processing, mixing and add-ons. Curious? Hear “Gobiregufu – Mean Streak”:


MOKSHA

Last but definitely not least, with “Moksha” Guillermo de Llera intends to create a meditative, Indian influenced collection of songs for an album to be entitled ‘Khor Ba’. In Indian religions and Indian philosophy, moksha (Sanskrit: moksha), means emancipation, liberation or release. In soteriological and eschatological sense, it connotes freedom from samsara, the cycle of death and rebirth.

“In this sense the music must reflect the concept in that it is a channel for those exact moments of emancipation, liberation or release” (Guillermo de Llera 2014)

Hear “Harvesters of Sorrow”:

Please get in touch if you want download links, or if you would like to stream additional tracks, check out Guillermo’s website and get in touch for the Lusitanian audio page password:

www.guillermodellera.com

www.guillermodellera.com/lusitanian

We look forward to hearing from you!